Procurando emprego? Mude isto no seu perfil do LinkedIn

Há uma medida simples que pode aumentar a sua visibilidade na maior rede social profissional do planeta. Entenda

por: Claudia Gasparini

São Paulo — Usado por recrutadores para caçar talentos, o LinkedIn pode ser uma ótima “vitrine” para quem está desempregado e quer expor suas habilidades para o mercado.

Mas, para preencher esse espaço de visibilidade de forma realmente estratégica, é preciso entender como as empresas buscam candidatos na rede social.

A palavra-chave nesse processo é…palavra-chave.

À maneira de um motor de buscas como o Google, o LinkedIn serve como ferramenta de pesquisa por termos específicos. O recrutador pode filtrar sua busca por cargo, localização, habilidades, empregadores, ano de formação, instituições de ensino e área de atuação do candidato.

O painel de pesquisas de um headhunter no LinkedIn também inclui um campo aberto, chamado “palavras-chave”, no qual podem ser inseridos quaisquer outros termos de busca que lhe pareçam necessários.

Veja na imagem abaixo um exemplo de busca em inglês por um gerente de projetos que viva na região metropolitana de Chicago, apresente certas habilidades específicas de negócios e tenha se formado na Northwestern University ou na DePaul University. Os filtros aparecem na coluna à esquerda:

O perigo mora no detalhe: se não tiver incluído palavras-chave como “Chicago”, “gerente de projetos” e “Northwestern University” no seu perfil, um candidato que preencha todos os requisitos da vaga ilustrada acima será invisível para o potencial empregador.

Daí a importância de rechear o seu perfil com palavras-chave sobre si mesmo para atrair oportunidades, diz Fernanda Brunsizian, gerente sênior de comunicação corporativa do LinkedIn para América Latina, Espanha e Portugal.

É claro que os termos precisam ser precisos e pertinentes à sua área de atuação. “Não vale jogar um monte de palavras de forma aleatória”, explica ela. “No resumo, você precisa escrever um texto que contenha esses termos, mas que ainda tenha um nexo”.

A importância da palavra-chave é justamente o que diferencia o perfil no LinkedIn de um CV tradicional. O candidato não precisa incluir potenciais termos de pesquisa no CV — afinal, o recrutador já o encontrou. Já na rede social, é preciso dar um passo atrás e implementar medidas para ser “encontrável” em um imenso banco de dados.

O que não fazer?

Um erro clássico de quem está desempregado é preencher o campo do seu cargo atual com frases como “Em busca de recolocação”, “Em fase de transição”, entre outras. A explicação é simples: nenhum recrutador digitará uma busca como “Procuro novos desafios” para achar um candidato.

O que um desempregado deve fazer então, se também não é interessante manter o seu antigo cargo como se fosse atual? A solução, segundo Brunsizian, é colocar o nome da própria profissão (“analista de sistemas”, por exemplo)  ou uma frase que descreva o seu perfil (“profissional de vendas apaixonado por social selling”).

Outro equívoco que atrapalha a sua visibilidade na rede é usar nomenclaturas específicas de um empregador para descrever o próprio cargo.

“Já vi um usuário que se definia como CDE de uma determinada empresa”, conta Alexandre Ullmann, diretor de recursos humanos da rede social no Brasil. “Descobrimos que isso significava Client Delivery Executive, ou seja, uma expressão que só aquele empregador usava e que nenhum recrutador usaria numa busca”.

O ideal é empregar palavras de uso corrente no seu mercado de atuação — nem tão específicas a ponto de se tornarem irreconhecíveis, como “CDE” e nem tão abrangentes a ponto de não dizerem quase nada sobre você, como “profissional de vendas”.

Veja um exemplo

Imagine que você busca uma vaga como gerente de contas. A dica de Ullmann é incluir em algum ponto do seu perfil algum sinônimo desse cargo, como “executivo de contas” por exemplo. Isso fará com que tanto um recrutador que busca a expressão “gerente de contas” quanto aquele que pesquisa “executivo de contas” cheguem até você.

Também ajuda ter uma versão do seu perfil em outros idiomas. “Account manager”, “gerente de cuentas” ou “directeur de compte”, por exemplo, abrem a possibilidade de ser encontrado por empregadores que falem inglês, espanhol e francês, respectivamente.

Além do cargo, as palavras que compõem o seu perfil no LinkedIn devem informar, pelo menos, localização geográfica, formação acadêmica, empregadores (atuais ou passados) e principais habilidades. “Gerente de contas”, “Rio de Janeiro”, “administração de empresas”, “Universidade X”, “Empresa A”, “Empresa B”, “inglês” e “negociação” são exemplos.

Outras típicas palavras-chave que um recrutador usaria na busca por um gerente de contas na área de tecnologia, por exemplo, seriam “prospecção de novos clientes”, “ciclo de venda”, “B2B”, Software as Service”, “SAAS” e “venda de soluções”.

Segundo Ullman, a melhor estratégia é se colocar no lugar do recrutador e se perguntar: diante de um oceano de dados, qual seria o raciocínio mais provável para buscar um profissional? O segredo é pensar como caçador — não de vagas, mas de candidatos como você.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/procurando-emprego-mude-isto-no-seu-perfil-do-linkedin/

6 lições inspiradoras de Jorge Paulo Lemann

Se você pudesse fazer uma pergunta ao maior empreendedor do Brasil, qual seria? Confira os conselhos que Jorge Paulo Lemann deu a um grupo de empreendedores apoiados pela Endeavor.

Por:  Endeavor Brasil Time de Conteúdo

“Acho que seu sonho de conquistar os mercados do Brasil e América Latina é um pouco limitado… eu olharia para o mundo”. Foi assim que Jorge Paulo Lemann respondeu um empreendedor que perguntava sobre a expansão de sua empresa em uma sessão de mentoria coletiva promovida pela Endeavor na última semana.

Jorge Paulo Lemann e seus sócios Beto Sicupira e Marcel Telles são donos de algumas das maiores empresas do mundo e praticam diariamente o lema “Sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho”. Ele diz ter três metas de vida: deixar algum marco significativo na área de educação, empresas sólidas com possibilidades de se perpetuarem e uma família produtiva que tenha responsabilidade sobre aquilo que receber.

Lemman acredita profundamente na educação e no empreendedorismo como a base para um país andar para frente. Não é à toa que se dedica a projetos como a Fundação Estudar, Fundação Lemann, Khan Academy e a própria Endeavor. Em uma sessão de mentoria coletiva com alguns Empreendedores Endeavor, Jorge Paulo ouviu desafios e perguntas, compartilhou histórias e deu conselhos com uma simplicidade admirável.

Confira os principais aprendizados dessa conversa:

  1. Crise não é motivo de desespero

“O Brasil nunca é tão bom quanto poderia ser, mas também não é tão ruim quanto falam. Podemos não estar no melhor momento, mas as maiores operações que tivemos foram em época de crise. O mercado e os empreendedores do Brasil são muito bons, então é melhor olhar para frente, ver como aproveitar qualquer dificuldade e o que é possível fazer a mais”.

  1. Quando for buscar investimento, não olhe só para o dinheiro

“Gosto de sócio que trabalha e contribui. Como empreendedor, eu olharia para um investidor de Private Equity ponderando se ele quer apenas colocar dinheiro ou se será um sócio que vai trazer algo a mais – algum know how específico, se tem um outro investimento parecido que possa trazer experiências… Quanto ao momento certo para abrir as portas, quanto mais conseguir engordar o porquinho antes de buscar dinheiro dos outros, melhor. E se for buscar, não olhe só para o dinheiro, entenda o que de valor ele poderá agregar ao negócio”.

  1. Equilibre a vida pessoal e profissional

“Sou um cara muito organizado e disciplinado. Sempre pratiquei esporte, pelo menos uma hora por dia, seja o que estiver acontecendo no mundo. Além disso, sempre fui muito participativo com a minha família, deu tempo de fazer e criar seis filhos. Um certo equilíbrio é importante. Delego muito: nunca fiz questão de ser o cara que fazia tudo. Gastei mais tempo escolhendo e formando gente muito boa, para eventualmente dar oportunidades a eles e ter mais tempo para mim.

O segredo talvez seja ter uma mistura de disciplina e regras com base no que se quer fazer (e pessoas são diferentes, então tem que fazer regras que façam sentido para você) e ter equipes que possam transformar uma empresa”.

  1. Formar gente boa é o melhor negócio que se faz

“O empreendedor tem que dar grande importância ao tópico de gente. Geralmente, ele olha mais para custos e vendas e contrata alguém de RH para se ocupar do assunto. Gente é algo em que o dono tem que estar envolvido.

Na época do banco, eu entrevistava 1.000 pessoas por ano e as acompanhava. Hoje em dia, a AB InBev tem 150 mil pessoas e, até quando vai para a China, o Conselho vai tomar café com os trainees de lá; é essencial essa mentalidade de que gente é realmente importante. O Carlos Brito, CEO, também é extremamente ligado: ele sabe de cor a lista dos ‘High Potentials’ da empresa, tem uma ideia de quais são os trainees bons, onde estão, e como estão evoluindo. O Conselho discute uma vez por ano as 500 principais pessoas da empresa, o que elas têm de bom e em que precisam evoluir.

Gente é tão importante quanto vender, é tão importante quanto produzir barato. E se delegar para alguém, provavelmente não vai dar certo”.

  1. Cultura não se impõe, cria-se em conjunto

“Nós temos programas de trainees nos EUA, China, Europa… Então apesar de sólida e firme, nossa cultura nem é mais brasileira, mas sempre foca em formar gente boa.

Sempre dedicamos um esforço enorme para treinar pessoas novas. Quando fomos para a Argentina (na compra da Quilmes), mandamos vários brasileiros que tinham sido ‘criados em casa’. Para os EUA, foram 100 pessoas de todo o mundo, mas já dentro da nossa cultura. No entanto, em nenhum lugar chegamos impondo que ‘nossa cultura vai ser assim’. Falamos ‘a nossa é assim, como é a de vocês?’, e a partir daí desenhávamos uma cultura organizacional comum.

Toda empresa tem gente boa e gente ruim: você tem que saber diferenciar o quanto antes e tomar as medidas necessárias, mesmo que termine em demissão. Em uma fusão nos Estados Unidos, por exemplo, entrevistamos as 400 pessoas do topo da empresa e ficamos com 200, mais ou menos.

O foco é remar junto, e tem funcionado bem assim”.

  1. Venda seu sonho grande

“Sempre vendi o sonho muito maior do que o tamanho da empresa; é claro que se você vende um sonho que não chega nem perto da realidade, a turma não acredita. Se você vende o sonho que é difícil, mas que é atingível, melhor. Assim, você vai aumentando de sonho em sonho, engajando todo mundo, conforme a empresa cresce. Nós gostamos de metas anuais ‘esticadas’. Tem que ser esticada, mas não impossível”.

“Sempre vendi o sonho muito maior do que o tamanho da empresa; é claro que se você vende um sonho que não chega nem perto da realidade, a turma não acredita. Se você vende o sonho que é difícil, mas que é atingível, melhor. Assim, você vai aumentando de sonho em sonho, engajando todo mundo, conforme a empresa cresce. Nós gostamos de metas anuais ‘esticadas’. Tem que ser esticada, mas não impossível”.

Extraído de: https://endeavor.org.br/licoes-inspiradoras-jorge-paulo-lemann/

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Hábitos estranhos dos 10 líderes mais bem-sucedidos e influentes do mundo

Seja qual for sua área de atuação, líderes se destacam por seu pioneirismo e, muitas vezes, por alguns hábitos incomuns

SÃO PAULO – Alguns líderes se destacam por suas criações inovadoras, como Mark Zuckerberg, ou até mesmo pela sua capacidade de burlar leis, como Al Capone. Seja qual for sua área de atuação, líderes se destacam por seu pioneirismo e, muitas vezes, por alguns hábitos incomuns.

Veja a lista produzida pela Forbes com os hábitos mais extravagantes de 10 líderes bem-sucedidos e inuentes:

1 – Mark Zuckerberg veste a mesma roupa todos os dias.

O fundador e CEO do Facebook não abre mão de seu famoso uniforme diário: uma camiseta acinzentada e uma calça jeans. Zuckerberg explica que faz isso porque não quer desperdiçar qualquer pensamento ou tempo analisando combinações. “Eu estou em uma posição privilegiada que me permite acordar todos os dias e ajudar a servir mais de um bilhão de pessoas”, ele armou em uma entrevista. “E eu sinto que não estou fazendo meu trabalho direito se car gastando minha energia em coisas que são bobas ou banais na minha vida.”

2 – Sheryl Sandberg se desconecta durante a noite.

A COO do Facebook contou ao jornal “USA Today” que desliga seu celular toda noite, antes de dormir, e admite que esta é uma ação dolorosa para ela. Seu objetivo é simplesmente ter uma boa noite de sono. Ela checa o e-mail um pouco antes de desligar o aparelho e novamente quando acorda, no outro dia de manhã.

3 – Jack Dorsey trabalha seu corpo e sua mente de maneira rápida.

A maneira que o CEO do Twitter encontrou para lidar com as 18 horas diárias de trabalho foi meditando todas as manhãs, assim que acorda, às 5h. Ele segue esse cronograma com um treino de sete minutos. “Eu procuro construir várias rotinas consistentes”, afirma o homem que se dene em menos de 140 caracteres. “A mesma coisa todos os dias.”

4 – Richard Branson faz kitesurf pela manhã.

“Uma vez, um fotógrafo encantador [Stephane Gautronneau] apareceu na ilha [de Anagarda] com sua namorada, ainda mais encantadora [Denni Parkinson], e perguntou se eu a levaria para fazer kitesurf nas costas”, explicou o fundador do grupo Virgin sobre uma das inúmeras fotos que se tornaram virais há alguns anos. “Eu disse que a levaria e ele me perguntou, então, se eu me importaria se ela estivesse nua. Uma pergunta boba.”

5 – Anna Wintour muda sua timidez conforme a situação.

A lendária editora da “Vogue” pode ser tímida durante entrevistas, mas em um ambiente reservado ela fica mais do que confortável para dizer o que pensa. “Você não pode ser uma pessoa difícil e tímida a ponto de não conseguir olhar uma pessoa nos olhos. Precisa estar confiante da sua visão, do seu foco e do que você acredita”, diz.

6 – Benjamin Franklin gostava de ficar nu.

Uma das figuras mais ímpares da história norte-americana acreditava no que ele apelidava de “banhos de ar”. O pensador abria a janela de onde quer que estivesse morando no momento, ficava nu e, posteriormente, aproveitava o que ele acreditava ser uma natureza reparadora devido ao fluxo de ar.

7 – Russell Simmons tem uma maneira diferente de relaxar.

O magnata das produções musicais é o mais novo adepto de um processo terapêutico chamado “crioterapia”, em que o corpo é exposto a temperaturas extremamente baixas. “Ele diminui inflamações e a fadiga e aumenta o rejuvenescimento das células e do metabolismo. Eu faço isso há mais de um ano”, diz.

8 – Jeff Bezos não abre mão de uma boa noite de sono.

O CEO da Amazon descobriu que a fadiga é seu ponto fraco. “Eu me sinto muito melhor ao longo do dia se dormir por oito horas”, armou em uma entrevista recente ao “Wall Street Journal”.

 

9 – Al Capone acreditava em segurança em primeiro lugar.

O Cadillac feito sob medida para o gângster de Chicago era completamente à prova de balas. O seu “tanque sobres rodas” foi, posteriormente, apreendido pelo governo norte-americano e adaptado para ser a limousine de Franklin Roosevelt.

10 – Jack Ma sabe o poder de fazer favores para as pessoas certas.

Obviamente, viver sob uma bandeira comunista pode gerar resistência, mas Jack Ma, o homem mais rico da China, achou uma alternativa quando oficiais do governo abordaram sua companhia, o site de comércio eletrônico Alibaba, para ajudar a consertar seu sistema de venda de ingressos durante o festival da primavera no país. A equipe de Ma resolveu o complicado problema. Não cobrou nada, mas conseguiu que o governo o deixasse em paz.

Extraído de: http://www.infomoney.com.br/carreira/gestao-e-lideranca/noticia/6822172/habitos-estranhos-dos-lideres-mais-bem-sucedidos-influentes-mundo

Sobre touros e ursos

Bem amigos, nesse artigo continuaremos falando de bolsa de valores, e o tema que abordaremos é o que chamamos de guerra entre touros e ursos.

Essa ilustração é usada para representar a batalha entre as forças compradoras (touros) que empurram os preços para cima e as vendedoras (ursos) que empurram os preços para baixo.

Esses animais foram escolhidos em primeiro lugar por serem realmente fortes, e por suas características na hora de lutar. Os touros lutam dando chifradas de baixo para cima em seus oponentes, enquanto os ursos usam suas garras de cima para baixo contra seus adversários.

No mercado observamos esse confronto nos pontos de suporte e resistência, onde no caso das resistências os ursos (vendedores) se sobrepõem e impedem que os preços subam mais, e nos suportes quando prevalecem as forças dos touros (compradores) que não deixam que os preços continuem a cair.

Basicamente o que determina quem ganha a luta é uma regra antiga e bem conhecida de todos: oferta e procura. Quando uma ação é considerada barata mesmo sendo uma empresa sólida e com bons fundamentos, é natural que chame a atenção de muitas pessoas, e o número de compradores aumente, e se a demanda por um determinado produto sobe consequentemente os preços sobem juntos. Touros em ação.

Mas se por outro lado os traders entendem que os preços já estão caros, eles perdem o interesse pelo papel ou realizam seus lucros, e com a baixa procura as cotações são empurradas para baixo. Trabalho dos ursos.

Esses movimentos estão atuando no mercado o tempo todo, e cabe a quem opera na bolsa de valores observá-los atentamente para não vestir a camisa do time errado. Quando o dia é de touro seja touro e ganhe dinheiro, e quando for o dia de urso seja um vira-folhas sem constrangimentos e ganhe mais dinheiro ainda. Só não lute contra as forças do mercado, pois ela passará por cima de você.

Para saber de que lado estar a cada dia, acompanhe sempre o mercado, e se não for possível valha-se do trabalho de um assessor de investimentos. A bolsa de valores não é um jogo, é trabalho de profissionais.

É hora de entrar em AÇÃO!

Bolsa de valores: Mitos e verdades

Bem amigos, já faz um tempo que as pessoas pedem pra que fale um pouco mais sobre a bolsa de valores, já que ainda existem muitos mitos, muitas impressões equivocadas sobre esse tipo de investimento, que no cenário atual da economia, com os juros em queda, é cada vez mais uma ótima alternativa para alavancar os ganhos de seus investimentos.

Claro que para se dar bem na bolsa é necessário ter conhecimento ou uma assessoria competente que lhe mostre as melhores alternativas. A bolsa deve ser olhada como investimento de longo prazo. Aquele que pensa que vai obter ganhos fabulosos em prazos curtíssimos estão embarcando justamente nos mitos que precisamos derrubar.

A bolsa é a casa das empresas de nosso país, portanto, costumo dizer que se no longo prazo você está perdendo é porque alguma coisa deve estar errada, já que no geral elas estão lucrando.

A primeira coisa que devo dizer é que a bolsa não é um game, não é um cassino, apesar de muitos fazerem dela isso mesmo, mas a ideia não é essa. O trabalho realizado por analistas e assessores baseia-se em estudos detalhados dos balanços e do acompanhamento do dia-a-dia das companhias. Não há espaço nesse negócio para achismos e “palpites quentes”, é um trabalho de profissionais.

Outro ponto importante é deixar de lado a ideia de que a bolsa só é boa quando está subindo. Para determinados setores da economia isso procede, mas no geral não, como o pequeno investidor não tem como definir a direção do mercado, cabe a ele seguir a direção dos grandes e aproveitar as oportunidades. Se o dia é de touro somos touros, se o dia é de ursos somos ursos. O importante é ganhar dinheiro.

Quanto ao volume financeiro necessário para iniciar suas operações, isso é muito relativo, vai de acordo com a estratégia a ser adotada pelo investidor, mas pode ser bem menos do que se imagina. Nesse sentido a bolsa é muito democrática.

Falta em nosso país uma cultura de investimento. A nossa cultura é a da inflação, é a do consumo imediato, ganhar e gastar. Então as pessoas não procuram a bolsa como opção de poupança.

Fala-se muito na questão do risco, sim existe risco, como aliás todos os investimentos trazem sua taxa de risco agregada, até mesmo a caderneta de poupança pode apresentar ganhos reais negativos. Cabe ao investidor junto com o seu assessor se cercar das ferramentas de manejo de risco e operar de maneira segura minimizando as perdas e maximizando os ganhos. As operações estruturadas são excelentes ferramentas para isso.

Existem outras falsas impressões sobre o funcionamento da bolsa de valores, mas acho que citei os principais. Em caso de outras dúvidas é só deixar seus comentários aqui que vou esclarecendo, e sempre que tiver oportunidade busque informações seguras com profissionais da área. Espero ter ajudado mais um pouco.

É hora de entrar em AÇÃO!