O mentoring pode transformar sua vida financeira!

Imagem relacionadaBem amigos, na minha carreira de assessor de investimentos uma das principais atividades é a prospecção de novos clientes. Esses de forma natural costumam vir por indicações, e os indicantes o fazem normalmente por imaginar que aquele colega de trabalho ou profissão que é um par também no padrão de vida, provavelmente deve ter uma reserva financeira para a aposentadoria ou outro projeto futuro que necessite de dinheiro.

Mas infelizmente, já não é mais surpresa pra mim quando me deparo com situações em que profissionais bem sucedidos vivem no limite de seus ganhos mensais sem fazer nenhuma economia.

Há muito tempo atrás, já disse que esse comportamento é uma herança que recebemos dos tempos de inflação, mas quase dez anos se passaram desde quando eu escrevi este artigo e as coisas continuam muito parecidas.

Cada vez mais me convenço da necessidade dessa mudança de paradigma, e ela pode estar mais próxima do que imaginamos. A solução está em nós mesmos.

A questão é que o fato de estar próxima, não significa necessariamente que seja fácil. O primeiro passo é querer mudar, se incomodar com a situação atual e se comprometer com o processo de transformação.

Entender que é necessário abrir mão de coisas, mudar hábitos e fazer diferente do que faz hoje. Deixar o estado atual (ponto A) rumo a uma nova realidade (ponto B) de realização pessoal, bem estar, felicidade e riqueza.

Vamos deixar claro que quando me refiro a riqueza não falo do estágio visível que escrevi num artigo anterior, mas sim de uma riqueza baseada nos conceitos que apresentei e condizente com a realidade de cada um.

Vejo muita propaganda por aí prometendo tornar milionários aqueles que comprarem seus cursos. Não vou julgar ninguém, mas não acho correto. Não gosto de criar expectativa nas pessoas porque elas se frustram e essa decepção pode agravar o cenário que desejamos transformar.

Acredito que é possível sim usar ferramentas que ajudem as pessoas a transformar seus comportamentos e alcançar seus objetivos.

Estamos iniciando uma nova fase profissional e em nosso blog, para ajudar as pessoas nessa jornada. Teremos artigos e outros materiais tratando do assunto, e a grande novidade é que estamos apresentando nosso programa de mentoria de finanças, que complementa nosso trabalho de assessoria em investimentos e promove a inclusão no processo de crescimento financeiro de maneira consistente, aqueles que ainda não são superavitários, tornando-os investidores e com um futuro mais tranquilo.

 

É hora de entrar em AÇÃO!

Os ralos do nosso bolso

Bem amigos, para artigo dessa semana escolhi um tema muito importante para a nossa transformação de deficitários a superavitários e potenciais investidores, que são os ralos por onde escoam nosso dinheiro e muitas vezes nem percebemos.

Identificar esses ralos e fechá-los rapidamente é essencial para que possamos nos tornar ricos! Ricos sim, e lembrem-se da nossa definição de riqueza: Ter mais que o necessário para as nossas despesas e acumular patrimônio.

Todos nós temos aqueles pequenos hábitos de consumo que parecem inofensivos ao nosso bolso, e que costumamos justificar com frases do tipo “Eu mereço, pois trabalho muito.” ou “Não é essa ‘merreca’ que vai me fazer mais pobre.”, de certa forma, se você trabalha muito é claro que merece recompensas, mas se a “merreca” não lhe fará mais pobre, é muito provável que ela dificultará que você venha a ficar rico se for desprezada com frequência.

Vamos logo a um exemplo para ilustrar o que estou falando. Já que estou na Bahia vou usar algo bem nosso e comum por aqui:

Digamos que de segunda a sexta, ao sair do trabalho você tenha no bolso R$ 10,00. Ao chegar em casa, sempre passa na padaria da esquina e gasta R$ 3,00 com pão, e compra um acarajé e um refrigerante com os R$ 7,00 restantes. Veja como isso pode afetar o seu bolso ao longo do tempo (sem contar as gordurinhas a mais na cintura):

Por dia

R$ 7,00

Por semana

R$ 35,00

Por mês

R$ 157,50

Por ano

R$ 1.890,00

Em 10 anos

R$ 18.900,00

Em 20 anos

R$ 37.800,00

Corrigidos a uma taxa de 0,8% ao mês por 30 anos

R$ 329.808,86

 

Essa continha me faz lembrar uma piada recente que um amigo me contou:

 

Um amigo encontra o outro e iniciam uma conversa:

 

Amigo 1: – Você bebe?
Amigo 2:— Sim.
Amigo 1:— Quanto por dia?
Amigo 2:— 3 uísques.
Amigo 1:— Quanto paga por uísque?
Amigo 2:— Cerca de R$ 10,00.
Amigo 1:— Há quanto tempo você bebe?
Amigo 2:— 20 anos.
Amigo 1:— Um uísque por R$ 10,00 e você bebe 3 por dia, R$ 900,00 por mês e R$ 10.800 por ano. Certo?
Amigo 2:— Correto.
Amigo 1:— Se em um ano você gasta R$ 10.800, sem contar a inflação, em 20 anos você gastou R$ 216.000. Certo?
Amigo 2:— Correto.
Amigo 1:— Você sabia que esse dinheiro aplicado e corrigido com juros compostos durante 20 anos você poderia comprar uma Ferrari?
Amigo 2:— Verdade… Você bebe?
Amigo 1:— Não.
Amigo 2:— Então onde está a sua Ferrari?

 

É importante dizer que não estou propondo radicalismos ou sacrifícios desnecessários, mas a piada ajuda a entender a tabelinha lá em cima. A ideia é mostrar como muitas vezes nosso dinheiro vai embora e não nos damos conta de como isso acontece. O ideal é ter as recompensas sim, mas que sejam racionais até mesmo para que tenham o justo valor. Esse é apenas um exemplo de outros tantos hábitos que temos e que nos fazem perder oportunidades de acumular riqueza.

Sempre digo que não tropeçamos em montanhas, são as pedrinhas que nos derrubam. Não fazemos grandes compras, grandes gastos todos os dias, mas pequenas compras desnecessárias sempre estão ocorrendo, não é verdade?

Outra coisa que tenho que apontar, é que o simples fato de não gastar esse dinheiro dessa maneira, venha a lhe garantir riqueza em vinte anos, a piada mostra isso. É necessário ter muita disciplina e rigor para guardar esse dinheiro, e investi-lo bem.

Pague-se primeiro! Se deixar para aplicar o dinheiro que sobrar no final do mês, provavelmente não aplicará nada. Retire a parte de seus investimentos de seu salário assim que recebê-lo, isso vai garantir o seu futuro e o da sua família.

É hora de entrar em AÇÃO!

Rico, eu?!

rue Color ImageBem amigos, a pergunta é essa mesmo, você é rico? Talvez sim e não saiba, e não é questão de ponto de vista. Lembre-se que o assunto de nosso blog é dinheiro, então não entram aqui riquezas de saúde, de amor, e outras assemelhadas. Estou perguntando se você é financeiramente rico.

Mas o que é ser rico? É ter dinheiro sobrando para esbanjar, comprar roupas caras, carros de luxo, essas coisas? Em parte faz sentido pensar dessa forma, mas esse é o estágio visível da riqueza, só que as coisas nem sempre começam assim.

Excluindo os casos dos abastados herdeiros e ganhadores de loterias, para alcançar a riqueza alguém teve que dar muito duro para conseguir a fortuna, e é esse estágio da riqueza que nos interessa falar hoje.

Costumo dizer em minhas palestras que rico é aquele que, independente de quanto ganha, consegue atravessar o mês inteiro com as contas pagas e ainda faz sobrar algum para investimentos. Essa sobra já é riqueza.

Para começar a ser rico você tem que viver com menos do que ganha, então é isso mesmo, se você já consegue economizar um pouco todo mês considere-se rico!

Agora, o que talvez lhe separe de seu estágio atual de riqueza para o estágio visível como falei antes, é como as suas economias são tratadas e por quanto tempo.

Toda fortuna teve o seu início. Uma boa ideia, uma grande oportunidade, acompanhada de muito trabalho e disciplina para alcançar os objetivos traçados.

Quem pensa que não é possível enriquecer com o trabalho está muito enganado. Aqueles que não acreditam que podem ter conquistas financeiras com o seu salário e não agem, estão conformados com o insucesso.

O grau de riqueza que se pode alcançar varia de acordo com o que se consegue poupar e o perfil de investimento de cada um. É fundamental elaborar um plano de riqueza, onde estejam estabelecidas metas. Adote modelos de diversificação e distribua seus investimentos entre a renda fixa e a variável tomando como exemplo a regra dos 100.

Pense que poupar hoje é a garantia de um futuro de riqueza. Seja disciplinado e dedicado ao seu objetivo. Não se deixe levar pelos impulsos do consumo imediato, e será muito bem recompensado.

Um bom plano de riqueza consumirá no mínimo 15 anos para começar a dar frutos. Com 30 anos de investimentos bem feitos sua aposentadoria chegará mais cedo e será uma festa. Então não perca mais tempo. O momento de começar é agora.

Você quer ser rico?

É hora de entrar em AÇÃO!

Renda fixa ou renda variável? a regra dos 100

AB39640Bem amigos, esta semana vamos falar sobre um assunto muito importante quando se trata de montar uma carteira de investimentos: Qual o peso que devo alocar de renda fixa e de renda variável em meu portfólio?

A resposta a essa pergunta não pode de forma alguma ser dada seguindo um modelo exato, já que são muitas as variáveis que compõem a análise necessária à composição de uma carteira de produtos de investimento, como perfil, capital disponível para investimento, idade do investidor, entre outras.

Mas tomando por base um investidor de perfil moderado, é possível apresentar aqui uma sugestão bem prática e que pode ajudar às pessoas nesse sentido.

Devo dizer que diversificar a carteira é fundamental para proteger seus investimentos, e ter um pouco de cada coisa ajuda ganhar dinheiro, talvez não tanto e em tão pouco tempo quanto gostaríamos, mas ganhar sempre.

Aqueles que se classificam como absolutamente avessos ao risco da renda variável precisam repensar rapidamente seus conceitos diante do cenário atual. Com a taxa de juros em queda, o rendimento estimado da caderneta de poupança também cairá, o que significa que a continuar da mesma forma quem mantiver seus investimentos apenas nessa modalidade corre riscos de perder dinheiro.

Então, uma boa carteira deve ter tantos produtos de renda fixa como CDB’s, debêntures e títulos públicos, como produtos de renda variável como ações e fundos imobiliários. Mas em que proporção?

A regra dos 100, como disse antes, não é um modelo exato, científico ou que obedeça a padrões, mas apenas uma sugestão que leva em consideração principalmente a idade do investidor e a sua capacidade de acumular riqueza ao longo do tempo, e principalmente a possibilidade de se recuperar de eventuais perdas em bolsa.

Dessa forma, a proposta é subtrair nossa idade de 100, e aplicarmos o resultado em percentual em renda variável, fazendo anualmente a correção necessária.

Assim um jovem de 30 anos aplicaria 70% de seu capital em renda variável e o restante em renda fixa. Aos 40 anos ele teria reduzido sua exposição ao risco para 60% e teria 40% em renda fixa. Ano após ano sua proporção seguiria se modificando até o limite de 30% em renda variável e 70% em renda fixa.

Sugerimos que a partir daí não modifiquemos mais a proporção para não ficarmos com os rendimentos muito achatados, levando em consideração o aumento da expectativa de vida do brasileiro e com ela a necessidade de remunerar nossos recursos por mais tempo.

Então é isso, espero ter ajudado mais uma vez.

 

É hora de entrar em AÇÃO!