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Planejamento Securitário – Perpetuando os sonhos da família

Imagem relacionadaBem amigos, um planejamento de vida financeira bem estruturado precisa levar em consideração fatores que vão além da capacidade de poupança, taxas e prazos de investimentos. Um bom planejamento se assemelha à construção de uma casa, onde começamos pela base e subimos até o telhado e os seus devidos acabamentos.

Pensando dessa forma e trazendo a ideia de preservação de tudo que conquistamos, vou falar sobre um assunto que é o alicerce de um planejamento bem feito, mas que ainda precisamos abandonar alguns dogmas de nossa cultura para compreender o quanto é fundamental ter um planejamento securitário em nossa estratégia.

O brasileiro já utiliza os seguros em algumas áreas de sua vida, mas de maneira geral desconhece a diversidade de aplicações que essa ferramenta dispõe para trazer tranquilidade à nossa vida e permitir que coloquemos o nosso foco no que é de fato importante.

No Brasil fazemos o seguro do carro, mas não fazemos o do condutor. Tem algo errado nessa lógica. Talvez pelo fato de não nos sentirmos à vontade pra falar de algo que é inevitável: A morte. Mas precisamos tocar nesse assunto.

O seguro de vida bem dimensionado jamais terá o objetivo de enriquecer nenhum beneficiário com o falecimento de um ente querido, mas lhe proporcionar conforto e tranquilidade num momento muito difícil, e que é absolutamente importante ter a cabeça no lugar para se organizar e seguir em frente.

Pense que você é a maquininha de fazer o dinheiro que mantém a sua família, e o padrão a que ela está acostumada. Se essa maquininha para de funcionar, o que acontece com as pessoas que você ama? Já pensou nisso?

Além de proteger a família num evento tão definitivo quanto a morte, existem as chamadas coberturas de sobrevivência, que asseguram uma indenização para situações em que o segurado venha a enfrentar problemas em vida, como uma doença grave, uma invalidez permanente ou temporária, e estando assim impedido de colocar aquela maquininha do dinheiro em operação, e comece a queimar as reservas da aposentadoria.

Existem também proteções de responsabilidade civil, para profissionais que no exercício de sua profissão possam vir a responder judicialmente por questões inerentes ao seu trabalho, como médicos, administradores, diretores de empresas e engenheiros por exemplo. Mas isso é assunto pra um novo artigo.

Os seguros de vida ainda têm uma função muito importante, que é dar à família a liquidez necessária para acelerar o processo de inventário.

Com certeza muitos que estão lendo conhecem casos de famílias que mesmo tendo patrimônio perderam o seu padrão de vida por ter dificuldades em desembaraçar um inventário, e isso se dá pelo fato de que no exato momento do falecimento os bens se tornam inacessíveis, até que sejam tomadas todas as providências necessárias à liberação do patrimônio e sua devida distribuição, só que isso tem um custo.

No Brasil fazemos o seguro do carro, mas não fazemos o do condutor. Tem algo errado nessa lógica.

Então famílias com dinheiro imobilizado e sem recursos livres para custear o processo que chega a estimados 20% do patrimônio, com custas de advogados taxas e impostos de transmissão, podem demorar muitos anos até ter acesso aos bens, e muitas vezes nesse tempo eles perdem valor, sejam carros, imóveis não cuidados, etc. O seguro de vida não fica alienado, pois a indenização é paga ao beneficiário.

Existem muitas modalidades de seguro de vida e de sobrevivência. Existem os resgatáveis por exemplo que vem crescendo muito e que podem fazer parte do seu planejamento somente enquanto ter a apólice se faz necessário. Existem os mais simples também, mas acima de tudo é fundamental construir uma cobertura que faça sentido para as suas necessidades e esteja alinhada com seu planejamento de vida financeira para que não afete sua capacidade de investir ou deixe de exercer sua função de proteger a família.

Converse com seu assessor de investimentos que com certeza ele, junto com o seu corretor de confiança desenharão a melhor proposta.

É hora de entrar em AÇÃO!

Reinventando o “caixa”

Início de mês, você recebeu seu salário e está a essa altura pensando nos pagamentos que tem a fazer e não pode claro, esquecer do compromisso que firmou com os seus colegas de trabalho, do bairro, do baba, enfim: O CAIXA!

Bem, claro que não irá se esquecer, pois com certeza está louco pra chegar a sua vez de receber aquela bolada em dezembro, afinal optou pelo último “ponto” pra dar uma incrementada no 13º.

Deus do céu! Vai passar o ano inteiro com um investimento de retorno zero! Exatamente isso. Essa continha ninguém faz, mas devia fazer.

Lembre bem: quem foi o primeiro a receber? Com certeza a pessoa que organizou certo? Alguma vez você já viu alguém que organiza o “caixa” ficar com o último ou um dos últimos “pontos”? Não viu nem vai ver, e sabe por quê? Porque com certeza essa pessoa tem uma visão do dinheiro que você ainda não tem, e se vale disso para de forma lícita (afinal de contas ninguém é coagido a participar), obter um empréstimo de médio prazo a juro zero, enquanto os demais fazem um investimento sem retorno.

Faça a sugestão de remunerar a contribuição mensalmente pela inflação do mês anterior, assim será vantajoso para todos.

Nesse momento começa a passar por sua cabeça um monte de desculpa esfarrapada para tentar justificar esse ato: “eu não tenho disciplina pra guardar dinheiro, e essa é uma forma de fazê-lo!”, “Não estou preocupado em lucrar com isso, já fiz uma programação para exatamente o valor que vou receber!”, “Ah, não vou ficar dando meu dinheiro pro banco não!”. Por favor, para com isso! Não se pode jogar dinheiro fora.

Você luta pelo seu rico dinheirinho, compromete uma boa fatia de sua renda todo mês durante um ano inteiro, é religioso no compromisso, não atrasa e nem dá o calote, e não recebe nada em troca, e ainda quer se justificar?

Não, não, não. Chega! Tudo bem que não estou aqui pra acabar com uma prática que existe há anos entre amigos, mas não podemos também sacrificar nosso dinheiro pra nada.

Vou propor uma ideia: ano que vem quando o nosso bom colega organizador do caixa chegar com a proposta, faça a sugestão de remunerar a contribuição mensalmente pela inflação do mês anterior, assim será vantajoso para todos, mesmo para aquele que recebe por último que terá seu dinheiro corrigido, e a turma vai se ajudando sem ter que se sujeitar aos juros elevados de um empréstimo bancário.

Caso a sugestão não seja aceita, é sinal de que alguém está de fato querendo tirar vantagem dos demais, então arranje outro lugar pra deixar seu dinheiro de maneira que lhe remunere de forma justa e valha a pena deixá-lo lá por um longo ano, afinal de contas o negócio tem que ser bom pra todos, certo?

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Fundo de investimento imobiliário, a forma mais inteligente de investir em imóveis

Bem amigos, hoje vou falar sobre um tipo de investimento que não é tão novo assim, mas vem se tornando mais conhecido apenas nos últimos tempos. É o Fundo de Investimento Imobiliário (FII).

Sempre gosto de ressaltar a cultura financeira dos brasileiros, pois todos nós, independente da geração a que pertençamos trazemos sempre algum traço dela, e quem nunca ouviu falar que imóvel é o melhor investimento que existe?

Bem, quanto a ser um bom investimento, isso vai depender do objetivo do investidor. Vale lembrar que comprar imóvel financiado não é investimento, e sim uma dívida de longo prazo. Investimento em imóvel ou qualquer outro tipo de investimento tem que seguir uma regrinha bem simples: aplicação de um capital com o objetivo de se obter lucro.

Mas analisando o investimento em imóvel, esse lucro pode ser obtido de duas formas: comprar, esperar valorizar e vender, o que exige um bom conhecimento de mercado para garimpar as melhores oportunidades, e a mais comum que é a compra para aluguel. Há muito essa opção já não é tão rentável. Em média consegue-se 0,5% do valor do imóvel com aluguéis, o que é muito pouco diante dos riscos do negócio. Sim, riscos. Muitos não os vêem, mas eles estão ali: vacância, inadimplência, depredações. E pior, quando todo o seu dinheiro está neste investimento, a exposição ao risco é muito maior. Fora as despesas com impostos, custos de manutenção e baixa liquidez, que é a capacidade de rapidamente converter o investimento em dinheiro.

Nos FII as oportunidades são bem mais acessíveis, lucrativas e seguras. Um FII consiste em um sistema de cotização para a aquisição de um terreno para a construção, ou a compra integral ou parte de um de um imóvel, que pode ser um edifício comercial, um hotel, um shopping ou até mesmo um hospital e se beneficiar dos aluguéis e outros rendimentos que possam ser obtidos com ele.

Sim, riscos. Muitos não os vêem, mas eles estão ali: vacância, inadimplência, depredações. E pior, quando todo o seu dinheiro está neste investimento, a exposição ao risco é muito maior.

Até aí a única novidade é o sistemas de cotas. Mas esse é o grande lance. Quantos de vocês que estão lendo esse artigo podem adquirir com o seu capital uma sala comercial nos endereços mais caros e procurados do país, ou alugar seu imóvel para grandes empresas nacionais e multinacionais? Além de poder ter vários inquilinos com o mesmo capital que você tem aí em suas aplicações, com contratos de longo prazo e baixo risco de inadimplência?

Esse é o efeito que a cotização produz. Com um pequeno capital é possível participar de um IPO (lançamento de um novo FII na bolsa), algo entre R$ 3.000,00 e R$ 10.000,00 ou com menos ainda, a partir de R$ 100,00 adquirir uma cota de outro investidor.

Além disso, os FII são obrigados por lei a distribuir pelo menos 95% do lucro obtido na operação do imóvel que é administrado por instituições controladas e fiscalizadas pelas autoridades financeiras do país. Outras vantagens são a isenção de imposto de renda sobre o lucro distribuído para pessoas físicas e a taxa zero na negociação das cotas, ante uma média de 6% cobrado por corretores de imóveis.

É isso. Essa é a nova e mais inteligente forma de investir em imóveis. Faça como eu sempre recomendo, converse com um assessor de investimentos, ele pode lhe orientar de forma a aproveitar melhor as oportunidades que o mercado oferece.

5 dicas pra se dar bem investindo em Fundos Imobiliários:

Dica 1

Em um IPO leia o prospecto do produto com muita atenção;

Dica 2

Ao comprar uma cota de um FII em atividade, pesquise o histórico de rentabilidade e de distribuição de rendimentos;

Dica 3

Pesquise sempre a idoneidade do administrador do FII;

Dica 4

Acompanhe sempre as informações do seu FII na internet e no seu home broker, que é a plataforma que o investidor tem acesso aos seus dados na corretora;

Dica 5

Sempre opere com a ajuda de um assessor de investimentos, ele é um profissional preparado para encontrar as melhores oportunidades do mercado.

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5 dicas para poupar sem sofrimentos

Entendo isso. Em situações críticas de endividamento elevado, não há como não se submeter a sacrifícios para sair dessa condição, mas aqueles que estão com as finanças em ordem, as contas batem no final do mês, mas não conseguem guardar dinheiro, podem buscar vias menos dolorosas para começar a acumular riquezas, mas é importante saber que não é fácil e a disciplina continuará sendo fundamental para o sucesso.

Pensando nisso separei as principais dicas que dou em minhas palestras para que possamos poupar sem sentir que estamos fazendo um esforço hercúleo para isso.

Dica 1: Troque marcas caras por outras mais baratas e substitua alguns produtos.

A ida ao supermercado é crucial para quem deseja economizar algum dinheiro, tem aquelas dicas gerais como ir sem fome e com lista de compras, não levar crianças que querem comprar tudo, e o mais importante ir com tempo para pesquisar preços.

Dando uma olhada rápida nesses encartes de ofertas que são distribuídos, já podemos ver grandes oportunidades de economizar, alguns produtos que se diferenciam apenas pela marca chegam a apresentar diferenças de 10% a 25%, outros produtos equivalentes chegam a custar absurdos 60% mais caros, e essas coisas nos passam despercebidas pelo simples fato de consumir a mesma marca que nossos pais compram há décadas, ou a que está mais à vista na gôndola. Saibam que as empresas pagam para melhor localizar seus produtos nas prateleiras, e lucram com a nossa preguiça de nos abaixar para pegar o mais barato. Prestem atenção a essas coisas de agora em diante.

Qualidade de vida é fundamental, de nada adianta ter o bolso cheio de dinheiro e a cabeça cheia de problemas

Dica 2: Vá mais vezes ao supermercado.

Nos tempos da hiperinflação fazia sentido realizar as compras de mês para evitar a diminuição do poder aquisitivo de nosso salário, hoje em dia, mesmo com os atuais índices de elevação de preços, o ideal é comprar aos poucos os itens de nossa necessidade para aproveitar as promoções que surgem no período. Todo mundo vai ao supermercado logo que recebe seu salário no início do mês e compra tudo que precisa, logo, isso provoca uma queda nas vendas das lojas do meio para fim da segunda quinzena, e sabendo disso as lojas preparam promoções muito interessantes para essa época, mas que só lhe provocará arrependimentos se a sua dispensa estiver cheia. Não jogue fora os encartes de promoções, pare e dê sempre uma olhada com atenção em busca das melhores oportunidades.

Dica 3: Aproveite a programação cultural grátis de sua cidade.

Toda cidade tem sempre algum evento cultural, uma exposição, um show, uma peça teatral gratuita, e normalmente as pessoas ignoram isso, não sabem elas as ótimas surpresas que podem ter ao prestigiar esses eventos. O fato de ser gratuito não significa ser de qualidade duvidosa, com certeza serão momentos muito divertidos e agradáveis, principalmente quando nos lembrarmos de quanto gastaríamos se fosse um evento pago. Fique atento aos meios de comunicação que sempre divulgam essas agendas.

Dica 4: Reduza os valores de seus gastos com bares e restaurantes.

Jantar fora com aquela pessoa especial, ou beber alguma coisa com os amigos sempre é um momento agradável de lazer que não queremos abrir mão, a dica aqui é aproveitar ao máximo a ocasião e entender que o objetivo da confraternização não é comer ou beber, mas desfrutar da conversa e da companhia. Então não é necessário esvaziar os bolsos pra mostrar que está feliz. Coma menos, beba menos (isso a lei seca já ajuda) e curta. Outra dica bacana é deixar o carro em casa e prestigiar os estabelecimentos de seu bairro, economizando um pouco de gasolina que está muito cara.

Dica 5: Fique em casa.

Tem gente que pensa que diversão tem que ser na rua, e nem sabe que pode viver momentos de muita diversão em casa mesmo, e gastando muito pouco. A dica aqui é reunir um grupo de amigos e reservar um sábado por mês para uma reunião na casa de um deles. Cada um leva algum petisco e bebidas, e aproveitam uma noite de bate papo muito agradável, sem ter que pagar taxa de serviço, couvert, etc. Isso pode ser feito mesmo sem os amigos, prepare um jantar, compre um vinho e passe a noite ouvindo boas músicas, que também será uma noite agradável e barata.

Espero que aproveitem essas dicas e percebam o quanto dá pra guardar de dinheiro com essas atitudes simples que não lhe sacrificam de forma alguma. Qualidade de vida é fundamental, de nada adianta ter o bolso cheio de dinheiro e a cabeça cheia de problemas, mas a vida não precisa ser cara para ser legal. Um abraço e até a próxima.

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O primeiro passo para exercer poder sobre o seu dinheiro

Bem amigos, em nossos cursos e palestras falamos sobre como Exercer poder sobre o seu dinheiro, e quem já teve a oportunidade de assistir sabe que não é um processo fácil já que exige mudanças profundas de hábitos que muitas vezes queremos justificar e esconder que isso nos prejudica.

Uma coisa é padrão entre aqueles que não tem controle sobre suas finanças: a promessa de mudar. Só que o tempo vai passando e não tomamos medida alguma pra reverter a situação.

Os maiores problemas encontrados para conseguir mudar são: abrir mão de alguns hábitos de consumo, e interiorizar as novas atitudes.

Pra facilitar, não ficando apenas no falatório e dar o primeiro passo, vou apresentar quatro tarefas que já servirão para iniciar, até porque, elas nos confrontam com a realidade e nos motivam a agir.

Para realizar essas tarefas use uma planilha de excel ou mesmo um caderno de anotações e desenhe uma tabelinha simples que você possa preencher. Faça isso durante o período de um mês entre o recebimento de um salário e outro.

Identificando entradas e saídas de recursos

1 – Anote todo dinheiro recebido: Assim que o mês começar anote o valor exato e a data que entrou em sua conta. Caso receba recursos de outras fontes, como pagamento de empréstimos, alguma venda de produtos, aluguel, serviços extras, etc., anote também à medida que eles vão entrando, e some todos os valores. Isso vai lhe mostrar com precisão quanto você ganha.

Talvez o resultado desse mês de experiência seja bem desagradável, já que será a verdade batendo à sua porta.

2 – Anote os gastos diários: Pegue a tabelinha que desenhou e coloque em seu bolso com uma caneta todos os dias do mês, e a cada centavo que gastar tome nota. Comprou um cafezinho, anote, comprou um lanche, anote, pagou uma conta, faça o mesmo. E assim prossiga ao longo de cada dia do mês. Não será uma tarefa fácil e exigirá disciplina. Pense no retorno. Ao final do dia transfira as informações para sua planilha os gastos, e mantenha-se firme no controle. Essa é a tarefa que vai lhe mostrar como o seu dinheiro é gasto, e vai responder aquela típica pergunta: “Como foi que meu dinheiro acabou?”. Surpresa!

3 – Faça um balanço semanal: Ao final da semana reúna todas as informações de gastos que coletou em uma tabela, e analise criticamente os dados. Veja o que foi desnecessário e já corrija o que entende como errado na semana seguinte. Não espere o mês acabar para tomar novas atitudes.

4 – Faça o seu balanço mensal: Ao final do mês seu primeiro passo foi dado. Agora é o momento de avaliar as contas e saber como o seu dinheiro é gasto, onde é possível economizar, e quais hábitos de consumo corroem mais as suas finanças. Adote novas posturas.

Talvez o resultado desse mês de experiência seja bem desagradável, já que será a verdade batendo à sua porta. Conheço pessoas que ganham bem, mas gastam mal, e isso pode ser mudado. Depende de vontade.

Daqui pra frente é planejar os gastos nos próximos meses e continuar firme no propósito de exercer poder sobre o seu dinheiro.

Em nossa consultoria de finanças pessoais recomendamos um modelo simples de planilha de controle financeiro, pois acreditamos que não adiantam modelos complexos para quem quer começar a se organizar. Com o tempo cada um vai incrementando a sua planilha e complementando com as informações que precisa. Caso tenha interesse em receber esse modelo simples de orçamento em excel, é só mandar um e-mail solicitando-o para atendimento@curriculumtreinamentos.com.br que enviaremos com prazer.

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